Rodovia opera com três faixas abertas e sem registro de retenção de veículos.
O trecho da BR-324 que apresentou uma avaria na pista foi reparado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e está novamente liberado ao tráfego. A rodovia, de responsabilidade federal, opera com três faixas abertas e sem registro de retenção de veículos.
O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Rosemberg Pinto, afirmou que o episódio vinha sendo explorado politicamente pela oposição para atribuir ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) a responsabilidade pelo problema.
Rosemberg cita atuação de Jerônimo
“Embora não estivesse em sua alçada por se tratar de rodovia federal, não faltou empenho a Jerônimo cobrando providências so DNIT. Ele vem acompanhando as medidas adotadas pelo órgão federal para solucionar o caso”, diz o líder do governo na Assembleia.
A BR-324 é uma rodovia federal e, portanto, está sob responsabilidade do DNIT. Ainda assim, segundo Rosemberg, o governador acompanhou as providências adotadas pelo órgão para solucionar o problema no trecho.
A lona que cobria a área afetada foi retirada, permitindo a visualização do reparo feito na superfície da pista.
Com a conclusão dessa etapa, o trecho voltou a operar normalmente. As três faixas estão liberadas e, segundo as informações divulgadas, não há retenção de veículos.
Trabalho no subsolo continua
Apesar da liberação da pista, os trabalhos técnicos no local ainda não foram concluídos.
Segundo o DNIT, técnicos investigam uma infiltração relacionada a uma galeria subterrânea localizada a mais de 20 metros de profundidade e com cerca de 180 metros de extensão.
A investigação busca identificar as condições da estrutura e definir uma solução definitiva para o problema.
Serviços não são visíveis para motoristas
Como a galeria está localizada abaixo da pista, os trabalhos realizados no subsolo não são visíveis para quem trafega pela BR-324.
O DNIT já utilizou três robôs para inspecionar a estrutura, além de realizar sondagens, levantamentos com georradar e ensaios de eletro-resistividade.
A entrada direta de trabalhadores na galeria é considerada uma operação de risco.
De acordo com as informações técnicas, há possibilidade de presença de gases e outras condições que dificultam o acesso à estrutura subterrânea, o que levou o órgão a utilizar equipamentos e métodos de inspeção remota.
DNIT estuda solução definitiva
As informações sobre os trabalhos foram apresentadas por Roberto Alcântara de Souza, superintendente regional do DNIT na Bahia.
Segundo ele, uma das alternativas em estudo é a substituição dos cerca de 180 metros da galeria por meio de um método não destrutivo.
A técnica permitiria a execução da obra sem a necessidade de abrir novamente a pista, evitando uma nova interrupção ou restrição no tráfego da BR-324.
Tráfego segue normalizado
Enquanto os estudos técnicos avançam, o tráfego no trecho permanece normalizado.
A definição da solução definitiva dependerá dos resultados das inspeções e das análises realizadas na estrutura subterrânea.
Fonte: Bahia.ba



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